quinta-feira, 21 de abril de 2016

O Tempo



            Será o tempo a esperança de um mundo melhor, ou a destemperança da humanidade?

            Quando ouvimos a palavra tempo, o que nos vem de imediato à mente é que o dia deveria ter mais horas, não apenas as 24 convencionais, talvez umas 36? Claro que a vida está cada vez mais corrida pelos inúmeros compromissos com a casa, marido, filhos, trabalho e no final do dia o cansaço já tomou conta e precisamos recarregar a bateria no 220 para aguentar o dia seguinte.

            A sensação do tempo escoando pelos dedos como a areia que se move no deserto nos persegue o tempo todo. Adiamos decisões importantes, perdemos oportunidades por não checarmos nosso e-mail ou redes sociais e a desculpa foi a falta de tempo porque  perdemos tempo demais com coisas inúteis que não nos trazem nenhum benefício ou bem-estar. Quantos detalhes e sabores deixamos passar despercebidos, porque o tempo não para e deixamos de viver os momentos importantes esperando sempre o momento oportuno chegar.

            Pare e reflita o que está fazendo da vida. Estamos vivendo ou deixando a vida nos levar? Será que estamos à deriva do tempo e perdemos o controle sobre ele?


            Não podemos viver no passado e tão pouco no futuro, isso gera depressão ou ansiedade, respectivamente. O primeiro passo é viver um dia de cada vez como se fosse o último de nossas vidas. Aos poucos retomamos o controle e nos tornamos os Senhores do nosso Tempo e podemos nos permitir e assumir riscos, aproveitando-o para fazer o que gostamos, ou o que nos traz bem-estar.

            No entanto, os pessimistas não concordarão e irão dizer que é difícil assumir o tempo. Não deem ouvidos a eles, porque são descontentes e detestam ver a felicidade alheia. Afinal, quem foi que disse que assumir as rédeas e os riscos seria uma tarefa fácil? Mas, por mais difícil que seja não deixemos essa tarefa de lado.

            Vivamos o hoje porque talvez o amanhã não chegue pode até ser clichê, mas é a verdade. Ela indica que devemos nos questionar se estamos esperando para viver as emoções de hoje no amanhã incerto. Porque o tempo é curto e passa rápido DE-MA-IS e nem tente adiantar o relógio ou atrasá-lo, ele não volta, apenas segue o curso. Dalai Lama diria que só há dois dias do ano que nada pode ser feito — o ontem e o amanhã.


            O hoje é precioso demais para deixarmos para depois...
                       













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